Orçamento Familiar

1 - Texto Orçamento Familiar

 

O planejamento é excencial para a realização de qualquer projeto e para as nossas finanças também.

Planejar o Orçamento Familiar com objetivos claros tornarão nossos sonhos pessoais em realidade. Para isto é necessário seguir algumas etapas importante:

– Levantamento das condições

– Conscientização dos envolvidos

– Planejamento do Orçamento

– Aplicação e Controle

– Revisão e Ajustes

Depois, basta seguir o o planejamento e colher um bom resultado.

Use crédito consciente: Pense bem se o que você vai comprar a crédito não pode esperar e esteja certo de que poderá pagar as prestações.

O que é Crédito? O que podemos comprar com ele?

Crédito é um termo que traduz confiança, é uma derivação da expressão “crer”, acreditar em algo, ou alguém. O crédito financeiro significa dispor a uma pessoa recursos para realizar sonhos, adquirir patrimônio, investir num negócio próprio, pagar alguma emergência, etc.

O crédito surgiu com a necessidade dos antigos mercadores expandirem seus negócios. Os primeiros bancos passaram a emprestar os valores depositados por pessoas ricas.

Atualmente o crédito está presente nas nossas vidas e estamos envolvidos nele a todo o instante. Mas devemos ter muita atenção: crédito é bom para momentos de emergência e para aumentarmos nosso patrimônio. Crédito para consumo deve ser feito com muita cautela e planejamento, e nunca devemos usar crédito para comprar alimentos e nem para cobustível, ou seja, onde o tempo do parcelamento é maior que o tempo da “vida” do bem, produto ou serviço.

Faça uma avaliação da sua situação financeira utilizando nossa Planilha de Orçamento e obtenha um diagnóstico da sua situação atual.

Comprando um veículo…

Comprar um carro é o sonho de muitos, porem todo o cuidado é pouco na hora de escolher o veículo. O carro ideal não é aquele mais bonito ou o mais potente, mas sim aquele que atenderá as necessidades de transporte e que as despesas geradas não comprometerão o Orçamento Familiar além do planejado.

Portanto, planejar a compra do veículo é o promeiro passo. Algumas pesquisas dizem que a cada 3 anos um veículo gera o mesmo valor em despesas, ou seja, se pagou 30 mil de um carro, em 36 meses gastará mais 30 mil em despesas como: IPVA, Licenciamento, Seguro obrigatório, manutenção básica e preventiva, combustível e seguro.

Além destas despesas, tem as despesas do financiamento, se não tem todoo dinheiro para a compra a vista, então usar o crédito é uma boa saída, porem, pesquise bastante e fique atento a CET (custo efetivo total) que é uma taxa que compoe todos os custos de financiamentos e faça simulações em diversos bancos e fianceiras considerando os mesmos valores, para que tenha condição de comparar qual o melhor negócio.

A partir daí, tenha certeza que o valor da parcela assumida será honrado todos os meses até o final do contrato, senão o banco poderá entrar com pedido de busca e apreensão do bem que ainda pertence a ele, e aí você perderá o bem e o valor pago até o momento.

Veja se você tem um bom Score para compra de um veículo, quanto maior ele for, melhores condições você poderá exigir do credor: Menor percentual de entrada, maiores prazos, menores taxas de juros.

Como usar melhor o Cartão de Crédito?

Comprar parcelado virou um hábito comum de todos os brasileiros, mas isto tem vantagens e desvantagens.

O Cartão de Crédito oferece isto de maneira muito prática, mas para ser realmente vantajoso temos que planejar a compra parcelada e lembrar que teremos que pagar este parcelamento até o final, que virá junto com as demais despesas na fatura do cartão.

Procure sempre pagar o valor integral da fatura até o vencimento, mas se algum dia não conseguir, então antes do vencimento da fatura, procure o banco que tem relacionamento e negocie um empréstimo com parcelas fixas para pagar a fatura integralmente e nos meses seguintes não utilize o cartão, até que tenha quitado as parcelas que fez. Caso não faça desta maneira, os juros dos cartões de crédito são os mais altos do mercado e em apenas 6 meses pagando somente o mínimo, sua dívida terá dobrado de valor. Portanto, use o Cartão de Crédito com sabedoria e gaste somente o que realmente poderá pagar quando chegar a fatura.

Se tiver mais de um cartão em uso, é necessário muito mais cautela, pois a chance de se descontrolar é muito grande. Evite muitos cartões, procure concentrar as despesas em 1 ou no máximo 2, assim os controles são mais fáceis de fazer.

Veja se você tem um bom Score para adquirir um Cartão de Crédito, quanto maior ele for, melhores condições você poderá exigir do credor: maiores limites e taxas de juros menores.

Como usar melhor o Cartão de Crédito?

A Planilha de Orçamento Familiar é a ferramenta mais importante para quem deseja realizar os sonhos pessoais em realidade.

Ela deve conter informações sobre:

– Receitas: salários, comissionamentos e rendas extras

– Despesas: todas as despesas listadas por segmentos (Moradia, Alimentação, Transporte, Educação, Saúde, etc.)

– Patrimônio: tudo aquilo que adquiriu ou está adquirindo na vida (Imóveis, Veículos, Investimentos, FGTS, etc.)

– Dívidas: todos os compromissos financeiros assumidos com bancos, cartão de crédito, familiares e até agiotas.

Nesta planilha você deve anotar todas as despesas do mês e a partir dela avaliar onde é possível economizar e onde é aceitável gastar mais, além disso, atribuirá objetivos claros e com possibilidades reais de serem alcançados.

Com ela, é possível controlar as despesas, aumentar patrimônio e com isso saber para onde está caminhando a vida financeira.

Faça uma avaliação da sua situação financeira utilizando nossa Planilha de Orçamento e obtenha um diagnóstico da sua situação atual.

Como faço para ter alguma coisa na vida?

A disciplina é a base de todo o sucesso. Um atleta só tem sucesso se tiver a disciplina de treinar muito, um estudante só consegue tirar 10 nas provas se tiver a disciplina de estudar muito, uma empresa só tem sucesso se os seus líderes tiverem a disciplina de administrar adequadamente a empresa.

A nossa vida não é diferente, para conseguirmos algo temos que nos esforçar muito, mas além disso, temos que ter muita disciplina. Temos que ter disciplina para o trabalho, para elaborar e controlar a Planilha de Orçamento Familiar e acima de tudo, disciplina para guardar dinheiro. Isto não é avareza, é disciplina e sabedoria por estar pensando no seu futuro e no futuro da família.

O que não podemos esquecer é os limites, quem pode guardar só 5% da renda, poderá ter um patrimônio mais simples que alguem que consiga guardar 15% da renda, considerando que ambos tenham os mesmos salários, porem um tem despesas maiores que o outro. Não podemos querer competir com as pessoas, usando o dinheiro como ferramenta de competição, o único prejudicado nesta competição será você mesmo, porque dinheiro não aceita desaforo, ele simplesmete vai para a mão de outra pessoa…

Faça uma avaliação da sua situação financeira utilizando nossa Planilha de Orçamento e obtenha um diagnóstico da sua situação atual.

Como começar o ano com o pé direito

Os gastos da virada do ano podem ser administrados de diversas maneiras sem que se tornem um problema a ser digerido por meses a fio. Especialistas ouvidos pelo site de VEJA oferecem estratégias para que o consumidor tire o melhor proveito das negociações e das diversas alternativas de pagamento de impostos, produtos e serviços.

Pesquisar preços e saber realizar um bom planejamento do orçamento familiar são as ferramentas mais importantes à disposição dos consumidores. Desta maneira, a aquisição de quaisquer produtos e serviços pode ser programada para aproveitar o melhor momento para compra, a opção de pagamento mais vantajosa e ao menor valor possível. “Para isso, a internet se tornou um meio eficaz para que comparações sejam realizadas”, afirmou Fabio Gallo, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Orçamento familiar – A organização do orçamento familiar, a fim de que seja eficiente, deve conter a relação das entradas e saídas de recursos ao longo de um ano inteiro. “O brasileiro é habituado a pensar só no curto prazo. Isso faz com que contas esporádicas, ou seja, que não têm de ser honradas com freqüência, não ganhem a devida atenção”, alertou Roberto Zetngraf, coordenador do Ibmec-Rio.

Ao prever gastos, o consumidor deve também incorporar aos preços estimados uma projeção de inflação. De acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central em 13 de dezembro, a previsão dos economistas para o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2011 é de 5,21%. “Se as compras de itens pressionados pela inflação forem supérfluas, é melhor não fazê-la. Além disso, em hipótese alguma, deve se deixar o dinheiro parado no banco. É sempre bom lembrar de fazer uma aplicação com o que sobrar”, afirmou Roy Martelanc, professor de finanças da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). “O final do ano é uma boa época pra fazer pesquisa de preço organizada; elencando os 100 itens de supermercado que sua família mais consome, por exemplo. Essa diferença pode compensar o aumento da inflação”, completou.

Material escolar e matrícula – O melhor conselho para lidar com aquelas despesas de início de ano que não dão margem à negociação (as referentes aos impostos) é pesquisar, pesquisar e pesquisar. Esta é a melhor saída para aquela que é uma das contas mais pesadas desta época: o material escolar.

Outra dica dos especialistas é fazer uso do poder de barganha. “Na hora de comprar quaisquer materiais, é sempre interessante fazer pedidos grandes, junto com vizinhos ou amigos, para que o poder de barganha por descontos seja maior”, comentou Gallo. Outra recomendação é tentar evitar os modismos. “Os preços de alguns produtos, como lancheiras e mochilas, de personagens famosos são muito inflados. O consumidor deve se ater ao que é necessário”, aconselhou.

Ainda em relação ao material escolar, o professor de finanças da FGV recomenda que as famílias, de ano em ano, façam uma lista dos artigos que já têm em mãos para que identifiquem aqueles que podem ser reutilizados durante o ano letivo. Desta maneira, a economia é ainda mais garantida.

No caso de matrículas e mensalidades escolares, a pessoa deve, primeiramente, verificar se as condições de pagamento à vista do ano letivo oferecidas pela escola são interessantes. Caso o desconto seja superior a 1% ao mês, o investimento vale a pena, pois o valor economizado é superior ao rendimento da poupança, por exemplo. Do contrário, “não seria interessante contrair um empréstimo em um banco para pagar o ano letivo à vista, sendo que os juros mensais cobrados pelos bancos são maiores que aqueles embutidos nas mensalidades”, salientou Gallo.

Impostos – Para pagar em dia aqueles tributos típicos do ano que se inicia, Roberto Zetngraf recomenda que o brasileiro faça com antecedência o planejamento dos gastos. “Há despesas que o contribuinte arca apenas uma vez ao ano e muita gente se esquece delas. Esses gastos precisam constar no orçamento a fim de que se consiga economizar, previamente, dinheiro suficiente para quitá-los”, disse.

O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o seguro obrigatório para veículos (DPVAT) e o Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) são exemplos de despesas que costumam atribular a vida de muitos brasileiros, mas que podem ser contornadas. “Se o dinheiro estiver à mão, a maneira ideal de pagamento seria à vista, já que o desconto concedido pelo governo, tanto do estado quanto da prefeitura, é mais atrativo do que se esta quantia estivesse aplicada em fundo de investimentos”, afirmou Gallo. No caso do IPVA do Estado de São Paulo, por exemplo, o desconto é de 3% para o pagamento à vista, ou de 1% ao mês, se dividido pelo teto de três parcelamentos. Logo, as taxas são mais vantajosas que o rendimento de uma aplicação convencional que, de acordo com Gallo, seria 0,6% ao mês.

Uma última recomendação diz respeito ao 13º salário. O recurso é visto, com freqüência, pelas famílias brasileiras como a salvação do ano. No entanto, em muitos casos, ele atua como o grande vilão do endividamento familiar. Em vez de utilizá-lo na compra de dezenas de presente de Natal, “o 13º salário, assim que entrar na contabilidade familiar, deve cobrir dívidas anteriores. Caso sobre algo, o ideal será guardá-lo para honrar os gastos de início de ano”, alerta Gallo.

Fonte: Veja – Economia

Faça uma avaliação da sua situação financeira utilizando nossa Planilha de Orçamento e obtenha um diagnóstico da sua situação atual.

Está endividado?

Faça a Avaliação Financeira e aprenda a sair das dívidas.

Está em busca de crédito?

Conheça nossos produtos que podem te ajudar a decidir melhor.

Qual o seu potencial de Crédito?

Faça a Avaliação e identifique seus pontos fortes que ajudarão na solicitação do crédito.

Precisando de análises estatísticas?

Veja as análises que oferecemos e solicite um orçamento.